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Carcaça Farol vv fh 2005 Carcaça Farol vv fh 2005
Cinzeiro Painel SC-113 Cinzeiro Painel SC-113
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Buzina 3 Cornetas Buzina 3 Cornetas
Coxim Traseiro Scania Coxim Traseiro Scania
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Silencioso Volvo FH Silencioso Volvo FH
 
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                  Distribuidora Rodrigão

 

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   Fórmula Truck.

         A história
  • Os primeiros protótipos dos caminhões da atual Fórmula Truck foram apresentados ao público em janeiro de 1994, no autódromo de Interlagos/SP. Na ocasião, o empresário santista de transporte de cargas, Aurélio Batista Félix, conseguiu reunir um pequeno grupo de convidados, entre eles alguns empresários do próprio setor de transporte e dois jornalistas da Revista o Carreteiro.
  • Grande conhecedor de caminhões, Aurélio tinha participado como piloto da 1ª Copa Brasil de Caminhões, realizada no autódromo de Cascavel/PR, em um final de semana prolongado em razão do feriado de 07 de setembro cair em uma segunda-feira. Mas a morte de um dos participantes, Jeferson Ribeiro da Fonseca, que na ocasião era piloto de competições e diretor de provas do autódromo, repercutiu em todo o País deixando no acostamento os plano de se realizar corridas de caminhões no Brasil.
  • Todos os caminhões utilizaram pneus diagonal da marca Firestone, que foi a primeira grande empresa a acreditar nos planos de Aurélio Batista e no futuro promissor da Fórmula Truck. A segunda corrida de apresentação foi três meses depois (em julho de 1995), no autódromo de Londrina/PR. Desta vez, nove caminhões formaram o grid de largada.

 

A coisa iniciou-se com a compra da White Motor Corp., que também estava na mira da então Daimler-Benz. A montadora alemã acabara de comprar a Consolidated Freightways Inc., melhor conhecida como Freightliner. Os especuladores da época falavam em US$ 225 milhões. Uma ninharia por um negócio, que por sua vez estava falido. A Volvo teria desembolsado valor aproximado pela White, igualmente vítima da queda de vendas globais ocorrida entre 1979 e 1980. De 212 mil caminhões pesados (classe 8 ) anuais, baixou para 135 mil unidades.

Em 1988, ainda falando de EUA, a Volvo comprou a operação de caminhões da GMC. Ficou usando as três marcas até 1995, quando assumiu a própria identidade. Ao contrário da Daimler, os suecos de Gotemburgo foram importando não apenas os componentes, tais como projetados na Suécia, mas os conceitos e os testaram no mercado americano, conhecido por suas linhas de montagem horizontalizadas.

Ou seja, até o trem-de-força, que é o coração do produto, tinha e tem suprimento de diversos fornecedores. Primeiro vieram os motores puro sangue, em seguida, a transmissão. Com jeito, a Volvo foi além. Empenhou-se para derrubar algo tão americano quanto o uísque Jack Daniels. O fabricante sueco está levando os compradores de Nova York a Los Angeles a migrarem das caixas ditas secas (não-sincronizadas) tradicionais para os câmbios automatizados, os conhecidos modelos próprios I-shift.

Bem, num ponto estes conjuntos têm itens em comum: não precisam de sincronizadores. Atualmente 26% dos Volvo VN (classe 8 ) da fábrica de New River Valley (Dublin), no estado da Virgínia, saem com a I-shift e a perspectiva de aceitação é tão favorável que a montadora está destinando US$ 7 milhões para a construção de ‘criadouro’ local de I-shifts em Hagerstown, no estado de Maryland.

De quebra fornecerá o mesmo componente de sigla mDrive para a coligada Mack (também pertence à Volvo, através da Renault) montá-lo no modelo Pinnacle. Por enquanto o sucesso de aceitação I-shift é fabricado somente em Kopnig, na Suécia. Brevemente o teremos também em Curitiba, sob confecção paranaense.

Para estabelecer um marco solene no acerto de rumo do processo de europeização do ‘american way of trucking’ (jeito próprio de tocar o negócio com caminhões), a Volvo entregou no final de maio a sua 500.000ª. unidade montada nos EUA. Trata-se do modelo VNL, equipado com motor D13 e caixa I-shift, incorporado à frota da vizinha Wilson Trucking, esta fundada em 1926. Seu parque rodante tem 740 caminhões, 1.500 semirreboques-baús e 35 filiais dispostas no sudeste americano.

Na ocasião, Patrick Collignon, COO (Chief Operating Officer) da Volvo Trucks, lembrou que o primeiro produto montado por lá – um F7 – saiu da linha da fábrica de Dublin em 1982. Como elemento de comparação de mercados, no Brasil, a Volvo começou a montar o N-10 em 1980 e sua contagem acumulada beira hoje as 170 mil unidades, englobando todos os modelos.

Como funcionam os caminhões de bombeiros


caminhões de bombeiros

Nós sempre vemos caminhões de bombeiros, mas dificilmente paramos para pensar em tudo o que essas máquinas podem fazer. Eles permitem que os bombeiros cheguem rapidamente aos locais de incêncio e realizem seu trabalho. Os caminhões de bombeiros são responsáveis por três funções essenciais no combate aos incêndios: eles transportam pessoas, uma caixa de ferramentas completa e também servem como caminhão-pipa.

 

 


Como as diferentes equipes de combate a incêndio possuem necessidades variadas, os caminhões de bombeiros são fabricados em diversos formatos, tamanhos e cores. Neste artigo, vamos conhecer bem de perto um caminhão-pipa e um caminhão auto-escada. Também vamos saber tudo o que há dentro dos compartimentos destes caminhões.

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